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Curitiba, 09 de setembro de 2010  

Campo Largo ganhará escola para portadores de necessidades especiais

10/02/2010

 

O Governo do Paraná vai investir cerca de R$ 1,6 milhão na construção e compra do mobiliário de uma escola especial, no Conjunto Joaquim Celestino Ferreira, em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Os processos de licitação para escolha da construtora da obra e da fornecedora dos materiais já foram autorizados pelo secretário do Desenvolvimento Urbano, Forte Netto.

Com 2 mil metros quadrados, a Escola Especial Professora Neuza Lucia Barbosa, que hoje funciona em um imóvel cedido à Prefeitura, terá quatro blocos. Um deles vai abrigar o setor administrativo e nove consultórios, além de salas de hidroterapia e Fisioterapia, bem como refeitório, cozinha e área pedagógica. Outro bloco terá salas para atendimento infantil e biblioteca. Um terceiro bloco será destinado às atividades de lazer, com sete salas para oficina, musicoterapia, culinária, informática e artes. A quarta edificação terá quatro salas de aula e um auditório.

Atualmente a escola atende 140 alunos. Com a nova edificação, a previsão é que este número chegue a 300, incluindo crianças, jovens e adultos, que poderão participar de aulas da educação infantil, ensino fundamental, educação profissionalizante e oficinas terapêutica e pedagógica, nos turnos da manhã e da tarde. “A demanda por esse atendimento aumenta anualmente e o espaço atual é inadequado, por não ter sido projetado especialmente para este público”, destaca o prefeito, Edson Basso.

A Prefeitura informa que, junto à nova escola, irá funcionar o Centro de Atendimento Especializado (Cemae), que prestará serviços de fonoaudiologia, psicologia, pedagogia especializada, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Neste local, alunos com necessidades especiais que cursam o ensino regular em unidades escolares e necessitam de tratamento terapêutico também serão atendidos. Aproximadamente 60 funcionários vão trabalhar da escola e no centro.

O município tem próximo de 400 pessoas com deficiência, seja motora, cognitiva, sensorial ou múltipla, conforme dados da Prefeitura. A cidade conta com outra unidade, de cunho filantrópico, chamada Escola de Integração e Recuperação da Criança Excepcional (ERCE), especializada no atendimento de 21 alunos com deficiência e criada oficialmente em 1970.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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